Blog do Ubiraney

Conteúdo de qualidade em Turismo, Cultura e Geografia!

Então, anteriormente falávamos de inovação e tecnologia no serviço público. Essa prática deveria ser recorrente nas cidades e nos estados brasileiros, mas infelizmente nem sempre é o que acontece, muitas vezes falta governança.

Quando falamos de governança, queremos sugerir que cada vez mais são necessárias as instâncias especiais que são formadas para a tomada de decisões de forma colegiada a partir de diálogos estabelecidos entre os entes governamentais e os representantes da sociedade civil e seus diversos segmentos que fazem parte da organização social Brasil afora.

Mas e aí?

A minha opinião é que a verdadeira “inovação” se dá quando os gestores públicos se ligam, que para os melhores resultados, para alcançarmos o desenvolvimento de forma mais rápida e mais eficiente, os melhores “funcionários ou colaboradores”, são encontrados nas lideranças segmentadas nos entes das sociedades estabelecidas nos municípios e nos estados.

Sim, você não se enganou. No parágrafo acima, quis me direcionar ao povo, aos cidadãos e não ao serviço público.

 Quando falo dos “funcionários ou colaboradores”, quero dizer que os resultados chegam mais rápido quando o povo atua e trabalha ao lado dos governantes. Atuam para além dos ocupantes dos cargos efetivos e comissionados sempre presentes em todas as organizações dos serviços públicos.

O segredo é esse. Simples assim!

O poder público tem necessidade de fazer “rodar com eficiência” as políticas públicas e para isso deve lançar mão de sua melhor ferramenta, a parte interessada, as comunidades, o povo em geral.

Estes ocuparão os assentos nos conselhos municipais e farão parte das governanças que pensarão ao lado dos gestores constituídos, quais serão as melhores formas, as melhores práticas para que os investimentos financeiros, uma vez efetivados sirvam para promover desenvolvimento e fortalecimento nos mais diversos setores.

E aí?

Aqui especificamente tratamos das ações em torno das políticas de desenvolvimento fomentados pelas práticas culturais e turísticas.

Isso é muito bacana, muito saboroso quando se concretiza pois promove a soma de conhecimentos, a compreensão dos interesses de cada setor, que diga-se de passagem não podem ficar obscuros, afinal não é pecado nenhum almejar os aumentos dos “votos e a confiança dos eleitores” e muito menos gerar arrecadação e circulação de dinheiro,  fomentando o mercado e gerando a eficiência da cadeia produtiva destes setores que alinhamos aqui.

Please follow and like us:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *