Blog do Ubiraney

Conteúdo de qualidade em Turismo, Cultura e Geografia!

Primordial! Em minha opinião, bastaria esta afirmação para explicar o título desta postagem e observem que aqui nem estamos segmentando esta participação da comunidade a nenhum dos segmentos que priorizamos em nosso diálogo, que são a cultura e o turismo.

Quem tem a força?

É notório, que quem tem a verdadeira força e quem determina a tomada de decisão por parte dos governantes são as comunidades. O que ocorre é que infelizmente, muitas cidades ou populações ainda não tomaram consciência de sua força e de sua preponderância nos ambientes da gestão pública.

Isto, infelizmente se dá pela mania de passividade e apatia que o povo brasileiro tem de querer receber tudo pronto e na maioria das vezes só lembrando dos seus direitos e de suas necessidades em todas as áreas de atendimento dos setores públicos em todas as esferas e isto se aplica à saúde, educação, assistência social, cultura, turismo, esportes, urbanismo, saneamento básico e por ai vai.

Não vamos desistir hein!

Confesso que tem horas, sinto preguiça do povo brasileiro, que não se organiza para trabalhar a seu favor. A cultura das reivindicações barulhentas e baderneiras em praças públicas, o uso insuportável e doente dos relatos e das exposições de suas mazelas nas redes sociais e muitas outras formas que o povo arruma para se manifestar deixam clara a dificuldade que teremos ainda para mudar estes hábitos.

Discurso chato né? Talvez, mas analise e observe se não é isso que acontece. Por isso que quando um representante das classes menos favorecidas, ou pobres com seu próprio esforço, força de vontade e determinação consegue por exemplo um feito como um diploma acadêmico, vira notícia de rede nacional, como se isso fosse a coisa mais inédita deste mundo e não um direito comum, ou o que todos nós deveríamos ter e fazer.

Errando dos dois lados

Enfim, pelo lado dos poderes constituídos sabemos que ainda faltam esforços e temos uma clara necessidade de investimentos na formação acadêmica, cultural, profissional e social de nosso povo.

Sabemos também, que muitas vezes temos os setores públicos mal trabalhados e feridos pelo uso político destes, manchando a integridade do que se poderia alcançar, mas nada disso ameniza a necessidade de reforçarmos que todo governo trabalha para o povo, para as comunidades em todos os níveis que compõem uma sociedade.

Por favor me entendam!

Talvez soe como arrogante o tom utilizado nesta postagem, mas se isto valer para acordar ou pelo menos promover a reflexão de muitos sobre a importância de identificarmos o nosso papel individual nos processos de desenvolvimento de nossas bases, nossas origens, já me darei por satisfeito e me consolarei por fazer aqui o papel do “chato” que toca nas feridas da maioria dos cidadãos.

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